Um trabalho extraordinário da fotógrafa russa Katerina Plotnikova, com recurso a animais treinados. Por princípio, sou contra este hábito milenar de supremacia; mas quando existe respeito e admiração, como parece ser o caso, o resultado põe em evidência o que nos aproxima uns dos outros. Muitas mais fotografias, de um lirismo inquietante, podem ser vistas
aqui. O título do post foi roubado a um livro de Margo Lanagan editado entre nós pela
Guerra & Paz.
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