OS CONTOS SÃO UMA MEDICINA
«Os contos são uma medicina. Senti-me
fascinada por eles desde que ouvi o primeiro, pela primeira vez. Têm um poder
extraordinário: não exigem que façamos, sejamos ou ponhamos em prática algo:
basta que os escutemos. Os contos contêm o remédio para reparar ou recuperar
qualquer pulsão perdida. Os contos engendram emoções, tristeza, perguntas,
desejos e pensamentos que trazem espontaneamente os arquétipos à superfície;
neste caso, o arquétipo da Mulher Selvagem.»
(um excerto da minha «bíblia»: Women Who Run With Wolves [Mulheres que Correm com os Lobos], de Clarissa Pinkola Estés, psicanalista junguiana, escritora e contadora de histórias, só para ficarmos por aqui)
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