«Encontrava-se exactamente onde tinha iniciado a viagem. E aqui ocorreu-lhe, não tendo herdeiros, ou amados, que estava sozinho. E que tinha de ser o seu próprio filho e o seu próprio pai e o seu próprio companheiro. Amar e elevar-se a si próprio como um deus se imprime contra o azul e se forma a partir do fogo.»
(Patti Smith sobre
Robert Mapplethorpe, in
O Mar de Coral, (não) edições. Momento de leituras de um não-lançamento, ontem, na Igreja Anglicana de Lisboa. Fotografia de Tânia Raposo)
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