quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

MR. POE, I PRESUME


E com este elegante retrato devidamente subtraído ao generoso Irmão Lúcia, o gato preto retira-se do Jardim Assombrado, onde tem sempre um canto isolado à espera dele. Para escrever, é claro. Por falar nisso…

2 comentários:

Margarida Pereira disse...

Knock, knock...
Dá licença?...
Nheeeeeeeeeecccckkkkkk.... (porta a abrir...)
E soam passos espantados pelo fulgor das coisas que brilham...
Gosto muitíssimo deste Jardim, desde que o descobri (escassos meses), mesmo (ou se calhar porque) as histórias (estas) não fazem muito parte do meu 'repertório'...
São coisas fulgentes, dizia, que me esbugalham tanto os olhos quanto a imaginação. E isso, nos crus e embaciados tempos que correm, é uma bênção.
Descubro hoje que se abriu a caixa... (já nem procurava, nessa espécie de círculo uno em que às vezes caímos; não existir fazia parte da mística ajardinada)
Em boa hora se abriu a cancela de flores e hera.
Voltarei.

Carla Maia de Almeida disse...

Volte sempre, Margarida. De vez em quando precisamos dar uma volta à "mística". Para não mitificar as coisas banais.